A ação contou com 18 (dezoito) militares que
realizaram o patrulhamento aquático, fiscalizando pescadores nas
margens da represa de Furnas e embarcações, e o patrulhamento terrestre, onde os
militares abordavam veículos, vistoriavam o transporte de pescado e
realizavam a orientação da população.
Com o nível do reservatório cada vez
mais baixo, devido à escassez de chuvas, o espelho d água no
reservatório da usina hidrelétrica de Furnas tem ficado cada dia menor,
fato que pejudica os peixes e favorece a ação humana predatória. Como
resultado dessa ação a Polícia Ambiental, percorreu aproximadamente 350
quilômetros de margem do Rio Grande, nos municípios de Carmo do Rio
Claro e São José da Barra/MG, realizou a ditribuição de panfletos,
fiscalizou cinquenta pescadores amdores, 15 pescadores profissionais,
realizou a abordagem de vários veículos e apreendeu 107 (cento e sete)
redes de emalhar, típicas da atividade pesqueira.
Os principais motivos de recolhimento e
apreensão das redes são: Redes sem a identificação de propriedade do
pescador profissional; Distância mínima entre uma e outra rede menor que
a permitida e Tamanho da malha menor que a autorizada para o trecho ou
curso d água. Devido às chuvas e frio nos dias da operação, os militares
não deparam com nenhum indivíduo cometendo crime ou infração no
reservatório, o material apreendido tratava-se de infrator ausente ou
não identificado, contudo, a Polícia Ambiental orienta a população que
quem utiliza, guarda (mesmo que esteja em casa e sem uso), porta (traz
consigo) ou transporta redes de pesca sem autorização do órgão ambiental
está sujeito a multa. Prevenção é a melhor forma de evitar problemas e
garantir um ambiente saudável e o bem estar da população.

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